quando o post do dia começa sem titulo, provavelmente o ilustre blogueiro passa por crises de inspiração. Aiaiaiaaaaaa… salve salve ávidos (e sumidos) leitores do blog do tzaum, beleza? Com este que vos escreve, depois de uma longa, coruja, e quase interminável semana, beleza.

Começou com um trabalho de faculdade. Uma fotonovela. Trabalho em grupo, dois meses de prazo para realização. Entrega em 28.09 (quarta passada). Dei azar e o meu grupo desinteressou-se pela atividade e nada fez pela realização do mesmo. Para salvar minha nota e para aprender o que se propunha com a tal atividade, lá fui ficar segunda montando um roteiro, e na terça, das 14:00 às 02:30, tirando, produzindo, editando e finalizando + ou menos umas 200 fotos, das quais usei mesmo umas 32. cabeça pesada, sono latente, pensamentos circundados numa única idéia: meu trabalho vai valer ae, no máximo, meia nota. 

Eis que chego à sala. Apresento o trabalho, mostro a professora e aos ilustres universitários, uma história e uma apresentação de slides. Os alunos, com sorrisos amarelos, pois não deixei de falar que se meu trabalho não havia ficado bom, foi porque estive numa equipe a qual não foi responsável, comprometida e competente o suficiente para a realização do mesmo. A professora, simplesmente declarou que o meu trabalho não seria devolvido, pois serviria de exemplo para aquela e para as futuras turmas da faculdade, pois mostrou excelente qualidade e uma criatividade que fez de coisas e fotografias simples, com produção simples, num grande trabalho. A historia que usei? Conto noutro post. As fotos? Quem sabe eu coloque no blog… no fim, valeu todo o esforço, e lembrei de uma antiga lição de catequese: que as recompensas vem, não quando queremos, mas na hora que devem chegar…

Nisso já é quinta, estou 2 dias sem dormir direito, e ainda tem mais um texto para a prova de língua portuguesa na sexta. Ufa, prova feita, texto entregue, vamos descansar neste fim de semana? Só depois de sábado de manha. Teve um campeonato de futsal, perto de casa. Meu time, lá fomos jogar pra ganhar. Jogar e ganhar. 4 jogos, 4 vitórias. Medalha dourada no peito, grito de campeão na cabeça. Cá estou escrevendo este post. Ai que sono. Ainda é sábado, mas provavelmente vou postar este texto no domingo, que foi um dia de sol, finalmente. Andei de bike, outra paixão. Boa semana para todos. O resto é o resto.

status:  normal…

radinho de pilha   “quanto tempo demora 1 mês” Biquíni Cavadao.

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Levei mais tempo do que imaginava para postar a tal fotonovela, afinal, o uol blog deixa um espaço pequenino para seus endereços. Foi já na casa nova. Eu já não lembrava que tinha sido assim, afinal, 11 outubros depois, acabamos por acumular outras memórias. Mas ao visitar esse texto, não apenas a transição final do miguxês para uma linguagem mais séria me chamou a atenção. Foi o começo do aprendizado de “virar noites e ir até tarde de verdade” para fazer trabalhos ou outras atividades. Foi o começo do ajuste do ciclo do corpo para aguentar 20, 21 horas de jornada, e não as 15 a 17h que estava acostumado. Foram nessas noites que comecei a talhar outras partes do perfil profissional atual, de ter paciência para lidar com cada trabalho, fazê-los um de cada vez, mas com agilidade, velocidade e criatividade.

na rua da cidadania do pinheirinho, “ponto batido” pelo menos três vezes por semana, por alguns anos. (fonte: clique na imagem)

A terceira coisa que me chamou a atenção é que era o ultimo ano de prática constante de futebol de salão. Os compromissos se acumularam [a vida sempre pede um tanto mais…] e só pude retomar esta paixão há pouco mais de mês. Assim como comentei sobre estudar num post anterior, é muito legal observar que tem algumas coisas as quais a musculatura e nossa mente respondem sem exigir maiores esforços. Mas o corpo sofre com a diferença monstruosa que é correr 50 minutos numa quadra e correr os mesmos 50 numa grama sintética e no dobro do espaço… um “sofrimento” mais que prazeroso: uma peça do quebra-cabeça que compõe uma vida que escolhi viver e de nada tenho a reclamar, pois em cada instante, vou buscando [e conseguindo] fazer o resto ser só o resto ;)… o post original (e todo o contexto dele, por aqui)

[] “Open up

Open up your heart to me now

Let it all come pouring out

There’s nothing I can’t take” | I won´t let you go, James M.

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