Eu não quero todo o tempo do mundo, quero só o tempo que é meu. E no meu tempo só cabe o que EU quiser.

É preciso um pouco de egoísmo na vida, senão nos condicionamos a ser vitimas: de nossas escolhas, de nossas companhias, de nossas circunstancias, de um ambiente desfavorável, mesmo quando tudo que tá aí na nossa vida é para servir de aprendizado.

É preciso um pouco de paciência, pois aprender requer tempo e se só cabe o que a gente quer, e querer aprender não é questão de ponteiros no relógio, mas de pontos positivos para nossa própria vida. Porque é preciso um tanto de equilibro para lidar com as diversas circunstancias que nossos ambientes – pessoal, de trabalho, de carreira e de futuro – nos condicionam a enfrentar e geralmente nos pedem um papel. Se não formos protagonistas de nossa própria vida, escrevermos com afinco, amor e dedicação a nossa própria história, quem fará por nós? Certamente alguém que não queremos, mesmo que “esse alguém”, hoje, seja quem você encara no espelho todos os dias.

Todos nós – sim, todos – queremos uma vida tranquila. Queremos nosso templo bem residido, para deixar as demais moradas melhor resolvidas. Só não tome pra si o que eu acho tranquilo que eu não tomo pra mim o que é a sua tranquilidade… por isso, diante da letargia de certezas que só trazem dúvidas e posturas que na essência não são nada, viva. Reaja. Encontre a tranquilidade que está ai, morando dentro de você. Pra fazer de qualquer monstro um bichinho. Pra colocar no bolso todos os bichos de 7 cabeças. Para não confundir defeito com covardia. Pra que o tempo da nossa vida seja a vida em um tempo, e não [mais uma!] mera passagem. Pra deixar o resto sendo só o resto.

•)) sem música!

One thought on “Quem mora em seu templo?

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