Passei dos 6 meses de “vida de casado” e do alto de um semestre digo: que venham outros tantos. Sempre gostei de cuidar das minhas coisas, logo, administrar uma casa e ter finais de semana “terapêuticos” lavando ou passando roupa e limpando a casa, ou noites mais compridas por ir ao mercado fazer as compras do mês não são nada demais. Apenas atividades complementares ao dia-a-dia e que precisam ser feitas; reclamar ou achá-las o máximo não faz com que sejam completadas com menos tempo, heheh… faço com o prazer de quem acredita que quem cuida do seu “templo externo” deixa mais limpo seu “templo interno”. O relacionamento melhora em alguns pontos e perde o brilho em outros, mas cabe a quem está nele escolher se ainda quer estar com uma pessoa que está ao seu lado para construir uma vida [e fazer com que esta vida seja a mais gostosa possível primeiro a quem te acompanha, depois para você], ou se apenas está dividindo um espaço com alguém que pode vir a ter coisas em comum.

uma das várias visões que posso ter de Curitiba vez em quando...
uma das várias visões que posso ter de Curitiba vez em quando…

Passei por mais uma maratona de 30 dias de trabalho no atendimento de todos os clientes da agencia. Vivissimo, e só não mais cansado porque já vinha de uma pausa no meu 3º turno como frila. Nunca me incomodou trabalhar, nem mesmo trabalhar bastante [afinal, quando amamos o que fazemos… você sabe o resto, mas a minha parte em dinheiro, sempre!]. O desgaste é maior “no emocional”, quando o ambiente de trabalho não é saudável o suficiente para que valor e preço de esforço tornem-se coisas distintas de fato.

A economia atingiu em cheio o mercado com o qual trabalho e eu sabia que seria assim desde o primeiro post do ano. E se não me deparasse com ele cada vez que vou escrever um texto, teria minha fé um tanto mais testada. Ganha-se um pouco menos, trabalha-se um tanto mais, com a construção diária daqueles dias melhores que costumam vir [pra quem não está deitado em berço esplendido]. A batalha por uma vida de qualidade segue. Nem sempre estou no ápice da serenidade, e por mais fé que se tenha, nem sempre o otimismo nos acompanha em cada empreitada. Mas basta lembrar do que se almeja e dos erros que se assiste ao seu redor, para manter todo o resto sendo [nada mais que] só o resto.

[] sem música!

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