Às vezes, olhar demais pro copo meio vazio. Não ter perspectiva e esquecer q a responsabilidade pelas principais rodas de sua vida girando está contigo, quem nunca?

No fim das contas, meio cheio ou meio vazio, ainda são um copo e água. O que vamos fazer com eles mesmo? Só olhar, ou viver?

Um passo pra dentro da solidão.

Já escrevi aqui que somos naturalmente sozinhos, mas eu costumo dar um passo adiante “na reclusão do meu eu” quando tenho q conviver com atitudes egoístas, preguiçosas, presunçosas, vitimistas, falsamente felizes, falsamente agressivas.

O passo adentro é mais pra doer menos do que pra fugir, uma vez que as atitudes das pessoas são como presentes, que optamos por receber ou não. Alguns destes presentes simplesmente nos roubam o tempo de recusar ou deixar pra lá, e ai, estrago feito.

Um dia mal planejado. Ter e ver as coisas não dando certo são naturalidades da nossa jornada, mas ter um dia mal vivido porque as coisas q poderiam ser feitas não acontecendo é uma frustração boa para aprender, mas chatissima de lidar.

Dizer poucos não. Ônus de não gostar de negativisimo, presunção, preguiça. Bônus de ver seus limites sendo testados sempre.

Saldo: autor deste texto vez ou outra machucado. Mas lembrando sempre que o resto é (pra ser) só o resto.

[♫] ”And I come home from a hard day’s work, and you’re waiting there, not a care in the world.

See the smile a-waitin’ in the kitchen, food cookin’ and the plates for two.

See the arms that reach out to hold me, in the evening when the day is through.” Summer Breeze, Seals & Crofts.

One thought on “Pequenas frustrações

  1. Oi, Tony!
    Algumas vezes recebemos presente de grego e sem chance de devolução. Assim como o copo cheio, podemos escolher por apenas esquecer. Afinal, as coisas existem porque nos preocupamos com elas e a medida que não mais nos importamos, elas praticamente deixam de nos afetar, mesmo que ainda existam.
    Tem dias que você pensa que não deveria sair de casa, mas como escreveu, podemos reverter experiências ruins à nosso favor. A questão é não se importar tanto… De tudo que aprendi na vida, nada é tão importante se apenas nós nos importamos.
    Beijus,

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