Entre as várias coisas que repito aqui, uma que gosto de frisar é que ter blog é contribuir indiretamente para seu biógrafo, precisando ou não. Quando o coração aperta e a gente começa a esquecer qual era o sentido que a gente via no que tá fazendo, é só pegar e vir aqui. Lembrar por lembrar é mais complicado. Não importa quão boa seja sua memória, conforme a maneira como você utiliza seus dias e principalmente, seus smartphones, o que lembramos passa ser bem mais seletivo e restrito. Começa em saber quais são os telefones das 3 pessoas mais importantes da sua vida e acaba numa distorção ainda maior d[o que foi]a realidade. Por outro lado, gastamos uma energia muito maior discutindo assuntos do cotidiano dos outros, seja por “noticias que não vão mudar o mundo”, seja por coisas e pessoas que vemos em redes e mídias sociais.

Esse vem e vai acaba nos distanciando de onde podemos encontrar nossa melhor versão, que é no dia a dia. Ou nos apegamos ao passado e esperamos dele ter uma alegria, ou depositamos no futuro a esperança de ter dias melhores. É na transitoriedade de cada dia que seguimos construindo o melhor que desejamos e sonhamos, como também colhemos o que semeamos no desenrolar das nossas escolhas. Não vejo erro em olha pra trás ou sonhar com o que vem, mas somos o momento presente. É hoje que construímos aquilo que queremos de melhor. Agora é o momento de fazer historia e ter coisas para contar e esperanças para alimentar. Em cada dia vamos encontrar, descobrir e dispensar tudo que fara o resto ser apenas o resto.

[♫] Lumen FM

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