As etapas onde me senti melhor sucedido até aqui coincidem com o estado de espirito que chamo de “em equilíbrio”. As preocupações cotidianas não deixam de existir nestas fases, mas incomodam menos porque no curto prazo estão resolvidas, e para o longo permanecem exigindo o esforço diário em prol da evolução. Escrevi mais de uma vez aqui que não vivo bem a vida que gostaria de viver, mas é a vida que escolhi para fazer a vida das pessoas que estão ao meu redor um tanto melhor e, no segundo momento, ter a minha paz. Por isso, manter-se neste equilíbrio é um desafio constante.

Acredito que conseguimos deixar nosso corpo em prumo, melhor até do que a mente. Nos aceitamos um pouco mais magros ou realmente gordos – e quando não nos aceitamos de verdade, procuramos a orientação médica necessária para esta correção – mas sempre “apanhamos” quando precisamos nos convencer de que alguma mudança é necessária ou saímos da “zona de mimimi” para o plano das ações. Neste plano, mesmo a mais efetiva das religiões ou o psicólogo mais fervoroso não opera milagres quando nos predispomos a buscar alguma coisa melhor para nosso corpo e mente.  É mais fácil acabar se abraçando numa academia, numa dieta, numa cirurgia… mas o A+B lá dentro daquela máquina acima dos nossos olhos parece ser mais inatingível.

Toda vez que me senti perturbado – como é o momento atual – começo pelo corpo. Meditação, corrida mesmo com as dores do futes semanal ou das atividades de casa, bike se o clima realmente deixa… uma pequena limpeza da mente para revisar as escolhas exercidas ou substitui-las. E você, por onde começa para manter o resto sendo só o resto?

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