Que a Apple fascina quando consegue juntar coisas que as outras empresas produziram num só objeto UAU, não se discute.

Fruto de inúmeras coisas, mas principalmente de uma cultura orientada pra o design em toda a cadeia de serviços, produção e experiência – o que fez dela a marca mais valiosa do mercado de ações – e o recém falecido ex-CEO e fundador, um capitulo a parte na historia principalmente deste 21º século.

Mas tem uma outra empresa, que vende quase tudo que faz numa proporção 8/2 ante a maçã, que de tanto ficar atrás na imagem “de queridinha”, que sempre apanhou dos aficionados por tecnologia – afinal bater no maior é mais fácil – trabalhou sossegada em seu canto em produtos tão bons ou melhores do que os do lado mais hypado de Cupertino.

E conseguiu. E vai fazer a nossa próxima década tão ou mais divertida do que já tem sido, tecnologicamente falando. Duvida? Tire alguns minutinhos para ver o que temos para…

… a TV (e o seu entretenimento)…

… o smartphone…

… desktops e/ou tablets…

… e o ponto de venda (e demais ambientes corporativos)…

… não que isto mude tudo de novo, mas preste atenção num detalhezinho: quando um produto é centrado no design, acaba em si mesmo, é fechado, feito de um jeito que, uma vez que nós não sabemos o que queremos, podemos receber um dispositivo de uma só maneira.

E personalizá-lo desde que seja dentro dos limites estabelecidos “por design”.

Já quando os produtos são centrados nas pessoas, trazem tudo isso com mais um valor: liberdade, sensação típica de uma janela (diz que você pegou o trocadilho, diz diz!).

Por que no fim das contas, você ama a maça, mas é parado diante de janelas que você a admira. (E isso que eu nem falei da Samsung, que fornece pra essas duas gigantes…)

Não sei se aquele futuro que tanto falavam já chegou, mas só de poder viver com estes recursos, o presente já me parece valer bastante a pena.

Ainda que existam algumas soluções mais eficientes que demoram demais para pegar.

Estamos aprendendo a usar as coisas só com o toque das mãos ou o movimento dos corpos, naturalmente as melhores ferramentas já criadas.

Eu havia escrito a respeito da caligrafia, parece-me uma realidade cada vez mais próxima.

Será que chegaremos a realidade de Wall-E ou temos algo um pouco mais sinistro? (já reparou que não existe nenhum filme a respeito do futuro que seja positivo? Ou tem e eu que não me lembro?)

Até lá, vamos resolvendo alguns grandes problemas na brincadeira… O resto é o resto!

[♫] “(…) Yeah I believed more then that the world could only get better / yeah I was free more then…” – Once when I was little, James Morisson.

2 thoughts on “nem só de maça vive a tecnologia.

  1. Oi Tony… então dia desses estive pensando sobre isso, como tem coisas e tecnologias que dominam a gente e para falar a verdade quem não quer ser dominado pela maça? Tive contato com poucas coisas criadas por eles, mas sem nenhum questionamento!

    Bjim

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