passeamos pela montanha-russa de emoções: ora desanimo com as coisas e pessoas de todos os lados da vida, ora otimismo blindado às circunstancias externas [uma vez que somos responsáveis pelos nossos sentimentos / escolhas, logo, pelo que pode nos afetar ou não]. É meio que outro truque da mente, na falta de concretizar novos problemas para ocupar os dias e drenar energias, fica dando voltas e voltas para caçar pelo em ovo, ou tornar muito maiores coisas que não são nada, mas nada mesmo.

Mas seguimos e vivemos dentro do melhor da nossa rotina. Termo este muito banalizado pela forma negativa como enxergamos a oportunidade – extraordinária, se você parar pra pensar bem sério em quanta gente gostaria de ter algumas coisas e simplesmente não pode – de poder repetir hábitos. O melhor da nossa rotina é construído conforme o proposito que escolhemos. Será que quem tem uma rotina negativa, não está direcionando seus esforços para um proposito um tanto vazio e/ou sem sentido? Ou a sua rotina é positiva e você que não dá o devido valor?

Por que na maior parte das vezes é assim, como a sensação que o vídeo acima pode despertar (aqui, quando vi, deu sede, muita sede, de qql coisa mesmo!): tudo varia em como percebemos as coisas e como estamos quando elas acontecem. Nas idas e vindas dos dias, onde a sua montanha russa passeia? Pra qual lugar você gostaria de ir (ou ficar), deixando assim que o resto seja só o resto?

[] “Our day will come (our day will come)

If we just wait a while

No tears for us

Think love and wear a smile” Our day will come, Jamie Cullum (original de Ruby e the Romantics, mas ouvi a primeira vez na voz da amy whinehouse).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *