memórias, dicas: as memórias

Há pelo menos 4 janeiros estabeleceu-se essa relação, quase uma tradição, de parar tudo para atualizar o portfólio. Fico um pouco distante da internet, ainda mais leitor que autor. Somados a janeiros ainda mais antigos, torna-se em definitivo um mês repleto de memórias: revirar e atualizar a pasta profissional é passear pelos anos de faculdade, pelas ideias ainda dos tempos de colégio, os projetos de projetos de design, a evolução dos trabalhos nas mais diversas mídias, as inspirações mais divertidas, algumas permanentes, outras engraçadas e passageiras. Um ontem que não para de dizer: hoje você pode fazer melhor. E amanha você vai fazer ainda melhor.

Além da ocupação com os antigos, foi um mês de bastante trabalho na agencia; os mais extensos da empresa ficaram na minha mão.

Ocupação e “entretenimento” pra todo santo dia, com tempo só pro básico. As pausas foram essencialmente culturais: consegui assistir Sherlock Holmes e o Fada dos dentes, no cinema; O Pianista, a Casa Monstro e o Exterminador 4, em casa. Quanto ao “o fada”, deixe para quando passar na sessão da tarde ou atração respectiva em qualquer canal de tv; Os demais procure, pois são histórias muito bem contadas =).

memórias, dicas: as dicas

Ainda no momento #ficaadica, se estiver faltando o que ouvir, recomendo os dois últimos álbuns de estúdio do John Mayer: Continuum (2006) e Battle Studies (2009). Letras envolventes, de romantices pra quem está com o coração em paz a mensagens para gravar, daquelas que às vezes os dias nos contam e não prestamos atenção.

Alicia Keys [Element of Freedom], Norah Jones [The Fall] e Joss Stone [Colour me Free] estão com albuns [nem tão] novos que valem alguns MB´s do seu player. E pra quem não tem medo [nem vergonha] de ouvir musica nacional, Ana Carolina [Nove] e Casuarina [MTV Apresenta] são minhas recomendações. Ou a MPB Brasil, rádio que achei no blog da Luma e que tem sido companhia mais que divertida em alguns desses corridos dias.

Para ler, faço parte do time que ainda não desfrutou “Cem anos de Solidão” [entre outros clássicos]; está tomando pó na mesa, abaixo da pilha nova de revistas que chegaram, e não vai rivalizar com um livro profissional [Tipografia Comparada] que estou terminando.

memórias, memórias, memórias

No mais, a cabeça tem funcionado como um criado mudo com tamanho de arquivo para pastas suspensas: tira e queima uma pasta, limpa outras, vai ganhando espaço onde precisa e preenchendo o que era vazio inútil, no silencio dos pensamentos e desses instantes de cabeça para frente e olhos “para trás”. Momentos que corroboram o entendimento de que em cada dia há algo que faz aquele dia valer a pena; a é gente que as vezes não percebe. Ou seja: quase o de sempre =).

Por ai, o haiti não é mais lá. Estou aprendendo a coaxar em Curitiba, e noutras regiões do brasilsão as pessoas estão deixando de navegar na maionese para navegar por suas casas e bairros. Nesse link aqui [ e nesse ] tem algumas formas para ajudar essas pessoas, clique muito mais relevante que qualquer opinião que possa tecer agora à respeito da força cada vez maior do clima sob nossos ambientes, artificiais em diversos sentidos. O resto é o resto.

[♫]…consciência e paciência, intensas modificações …” Todas as Janelas, JQuest.

3 thoughts on “Memórias, dicas e declarações comuns.

  1. A papelada velha a gente guarda até certa época.Com o passar do tempo ficam tão longe, evoluimos tanto, que há duas saídas: ou queima tudo ou guarda como lembrança de um tempo que não volta mais. Depois de décadas queimei tudo.Ficaram absolutamente ultrapassados e não valiam para nada.

  2. Eu tenho papéis de trabalho por todos os lados, que nem sempre consigo organizar e arquivar. E misturados a eles, livros diversos (técnicos ou não), revistas, jornais, anotações e objetos pessoais…já ouvi gent dizer que isso é sinal de desleixo, já ouvi outros dizendo que é sinal de uma mente hiper-ativa.

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