Para ver

7 homens e um destino é uma baita releitura. Não é o mais animado dos filmes de ação, pois nos tempos de hoje, “9 estrelas juntas” requereu uma distribuição quase igualitária de espaço na história. Mas funcionou! Ficou um filme legal de assistir. Já warcraft é uma adaptação de game que foi em cheio no fã da franquia e deixou muita porta aberta para que seja de sucesso também nos cinemas, apesar das críticas. Particularmente, gostaria de continuações [tranquilamente tem conteúdo para mais de 8 filmes]. Kubo e a espada mágica (ecati para essas traduções estranhas de nome de filme…) é lindo, lindo, lindo. O estúdio LAIKA é o que tem de melhor fora do universo das gigantes (Disney/Pixar/Marvel – dreamworks – illlumination – cartoon network), e todos os filmes deles não são apenas boas histórias, mas muitíssimo bem contadas.

Animais fantásticos e onde habitam, desculpem os fãs, é melhor [como filme] do que toda a saga Harry Potter. A liberdade de não ter que seguir um livro [e um “pacote de dramas pessoais”, que é a tradicional jornada do herói, ao qual a “livrologia” fora criada], permite uma construção de personagem e de universo mais abrangente [e mais divertida, uma vez que você não tem “onde ir lá checar para ver se ficou igual ao livro ou a como você imaginou]. O que também ajudou a Rogue one: uma história star wars a ser mais “star wars” do que uma treta de família no espaço, [e olha que eu sou fã da saga, mas quando falo isso para outros fãs, quase apanho, haha!] que é a linha de conexão dos 7 filmes lançados, e dos próximos que virão sob este nome. Este filme também reforça uma tendência que, espero, fique e comece a redesenhar os conceitos sociais [a partir da cultura] por todo o mundo: a mulher, caracterizada, de fato e de direito, como líder, protagonista, capaz, humana, independente, vencedora. E não apenas como um pedaço de carne para consumo dos homens.

Para ouvir

A Mundo Livre FM, rádio com a qual tenho uma conexão mais que especial, tem redesenhado seus conceitos de programas e a programação ao longo dos últimos 2 anos e o resultado tá ótimo. Voltei a ouvir como antes e “me senti em casa” com o que toca.

Levei bastante tempo pra ouvir, mas quando me deparei com o disco de 20 anos dos Travessos, fiquei surpreso. Não apenas pelo Felipe ter excelência o suficiente para “pegar o grupo pra ele”, por cantar tão bem a ponto de dar a impressão de que ele sempre fora um integrante, mas pelo Rodriguinho que é um baita nome na história do pagode, não estar com “tanta voz” assim. A outra surpresa foi [a] lembrar todos os sucessos dos caras sem fazer força e [b] pegar os novos sucessos em 3 audições, haha.

Pegou ai o ecletismo? Rock e pagode cabem sim na mesma playlist, oras :)… pode sim! O que não pode é frescura com música, heheh.

Para ler

Um baita texto sobre como se posicionar diante da vida (uma outra versão de um assunto que eu gosto de tocar aqui). Um exemplo de como a evolução da sociedade pode nos deixar ainda mais sozinhos do que somos [ou, sob outra ótica: como ter relacionamento não significa anular duas vidas!].

sem música! Você conhece os demais posts desta série clicando aqui.

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