Marvel’s Daredevil é a extensão do que a Marvel chama de “universo marvel”, executada (e planejada) com excelência para as telas grandes, agora para as telas de qualquer tamanho. A série do Netflix é um primor tanto pra quem gosta dos quadrinhos do guardião de hell’s kitchen quanto de quem gosta de boas produções. Fotografia impecável e excelente escolha de elenco, em especial para o próprio demolidor e para o rei do crime. E de plus, uma coadjuvante de roubar suspiros (só conheci o trabalho dela nesta serie, e daí que fui saber que já é figurinha lembrada de quem vê as séries norte-americanas). Esqueça da galhofa que fizeram alguns anos, com o ator que agora encarnará outro herói. Abre uma de prováveis 5 séries baseadas em heróis que protegem a querida NY, e chancela em definitivo a Netflix na briga pela preferência no mundo do entretenimento.

Terminei os anos 90 dos 1001 discos para ouvir antes de morrer [5 anos ouvindo a coletânea!] e tem alguns que me encheram os ouvidos: californication, the miseducation of Lauryn Hill, os primeiros do 2pac e do notorious b.i.g, e D’Angelo. Foi uma viagem mais próxima da minha “infância” musical, pois tinha espalhados inúmeros hits que vira e mexe aparecem nas rádios que relembram estes sucessos. E o mais curioso é q boa parte dos discos parecem “comuns demais” ouvidos nestes tempos, quando na verdade formam com ainda mais intensidade a base e as referências de muito do q o pop grava – e faz muito, muito, muito dinheiro – agora.

Para ler, duas reflexões sobre a leitura no ambiente digital (aqui e aqui), mais uma reflexão sobre nossa conectividade, e às vezes, o que não pode ser traduzido em letras, tem formas. O resto continua sendo só o resto :)

[] sem música!

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One thought on “Culturix #06

  1. Oi, Tony!
    Tudo a ver as reflexões sobre a leitura no ambiente digital com o assistir filmes e ouvir música. Fazemos o mesmo desde sempre, somente o modo de fazer que mudou. Podemos escolher individualmente sem qualquer interferência coletiva e realizar, se assim quisermos, o que no passado demandava espera ou disponibilidade se na casa tivesse apenas um aparelho de TV. Com tanto entretenimento ao alcance das mãos, os livros fugiram da lista de prioridades. Ouvir e escutar não demanda muita movimentação da massa cinzenta ou mesmo uma certa concentração que a leitura exige. A tecnologia deixa o cérebro preguiçoso ou em funcionamento automático. Quem diz que faz três ou quatro coisas ao mesmo tempo, tem que pensar em qualidade e não qualidade. Mas não dá para ouvir duas coisas ao mesmo tempo ou assistir duas coisas, porém dá para ler e fazer as duas outras coisas. Daí pensar, que tipo de leitura participa desse processo?
    Beijus,

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