Trabalhar 6 horas, em casa. Usar outras 2-3 horas do dia com esporte. Ter o resto do dia livre para estudar, cuidar da casa, nadear, ou o que mais der na telha. Seguir semi maníaco em planejar as coisas, para aproveitar a vida sem achar que não pode fazer nada. Redefinir o conceito de “hora para acordar e hora para dormir”.

Sucesso social. Aquele reconhecimento vazio, que só serve para julgamentos informais e exagerados. Um padrão que permite ostentação, mas que aos olhos do mundo que está ao seu redor é apenas “aproveitar as oportunidades”. Cumprir aqueles papéis que a sociedade quer (e ilustra) ver nas redes sociais, mas na vida de verdade, brigar todo dia pra não ser mais um daqueles filhos da puta. Sucesso profissional, que pra mim não significa (apenas) dinheiro na conta, mas gente trabalhando ao seu lado mais feliz do que você mesmo. Ter o poder de escolha socialmente real de para quem trabalhar. Fazer história nos mercados não onde trabalho, mas onde os clientes do meu trabalho, trabalham.

Um canto no mato com uma antena boa de captação de todo tipo de comunicação que preciso. Um carro que leve e traga o que preciso para ter o essencial em cada dia. Um modelo de dia de fazer inveja até pra quem é feliz de verdade. Uns dois livros por semana e um desenho bem pintado por mês. Café até o limite da úlcera. Clima ameno lá fora, a mais, sempre mais, do peito pra dentro.

Essa mesma vida que está sendo vivida. Um pouco mais de consciência. Um pouco mais (sempre!) de paciência. Aceitar a transitoriedade da vida, dos outros, das circunstâncias. Não enervar com o que não vale, apenas não. Seguir sem reclamar da vida, apenas não :)… outra definição de “tempo” e de tempo livre. E assim, um resto que vira o resto como nunca o resto poderá ser!

[] sem música!

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